No Global Classrooms® São Paulo 2009, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura – FAO discutirá o tema: Biocombustível. Abaixo o delegado encontrará algumas informações sobre o tema do comitê.
Qualquer dúvida estamos a disposição.
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[16.07.2009] 10h44m / Da Redação
Biodiesel ocioso na UE
A capacidade de produção de biodiesel na União Europeia deverá aumentar 30,6%, de 16 bilhões de litros em 2008 para 20,9 bilhões de litros em 2009. Se depender dos recentes resultados da produção do biocombustível no bloco, divulgados pelo Comitê Europeu de Biodiesel (EBB), a produção deverá ficar bem abaixo daquilo que pode ser produzido. Em 2008, a produção respondeu por 48% da capacidade instalada da UE.
A ociosidade já vinha aumentando desde 2007, quando a produção respondeu por 55% da capacidade instalada do bloco, contra 80% em 2006. Segundo o EBB, o aumento na capacidade ociosa nos últimos anos pode impedir que o bloco alcance a meta de ter 10% de biocombustíveis no consumo de combustíveis para transportes até 2020.
Apesar do aumento na capacidade ociosa, a produção da UE cresceu 35,7% em 2008, em, comparação com 2007. Ao todo, foram produzidos 7,7 bilhões de litros, 1,81 bilhão de litros vindos da França, a segunda maior produtora do bloco.
Os franceses encerraram 2008 com uma produção quase duas vezes maior que a de 2007. Já a produção da Alemanha, a maior produtora da UE, caiu 2,5%, para 2,82 bilhões de litros. Terceira colocada, a Itália produziu 595 milhões de litros, alta de 64%.
O biodiesel respondeu por 78% dos biocombustíveis consumidos pelo bloco no ano.
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15-07-2009 15:29:27
Brasil e Moçambique reforçam cooperação em biocombustível
São Paulo, 15 Jul (Lusa) – O governo brasileiro vai aprofundar a cooperação na produção de biocombustíveis com Moçambique, segundo decreto assinado pelo presidente Lula tornado público nesta quarta-feira. Os dois países vão implementar um “plano de ação” para promover a cooperação e o intercâmbio na área dos biocombustíveis, com a participação de funcionários e especialistas governamentais, representantes dos setores privado e do mundo acadêmico. “O plano de ação deverá ser elaborado em prazo não superior a 180 dias”, salientou o decreto publicado hoje no Diário Oficial da União (DOU), órgão do Governo brasileiro. Os termos do acordo fazem parte de um “memorando de entendimento” assinado entre os dois países, em setembro de 2007, em Brasília, e aprovado pelo Congresso brasileiro, em maio deste ano. A publicação do acordo decorre dias antes de uma visita do presidente de Moçambique, Armando Guebuza, ao Brasil, entre 19 a 21 de julho, em resposta ao convite de Lula da Silva, quando esteve em outubro do ano passado em Maputo. No Rio de Janeiro, o mandatário moçambicano terá encontros com a direção da empresa mineira Vale, a maior exportadora mundial de minério de ferro, seguindo dia 21 para Brasília, onde estará com Lula. O acordo reconhece a contribuição “que os biocombustíveis podem trazer ao desenvolvimento social e econômico, ao incentivar a diversificação de matrizes energéticas, aumentando a segurança e a qualidade do abastecimento de energia”. O governo brasileiro compromete-se a elaborar, conjuntamente, projetos de cooperação técnica para capacitar recursos humanos do setor de biocombustíveis em Moçambique. O Brasil ajudará ainda Moçambique a identificar parcerias com outros países e organismos internacionais interessados em apoiar projetos para o desenvolvimento de biocombustíveis.
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