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EUA teriam procurado Itamaraty para perguntar sobre arma nuclear

Setembro 23, 2009

Quinta, 10 de setembro de 2009, 04h17

A embaixada americana procurou o Ministério das Relações Exteriores para obter detalhes da pesquisa do físico brasileiro Dalton Girão Ellery Barroso sobre explosivos nucleares. A pesquisa confirma que o Brasil já tem conhecimento e tecnologia para, se quiser, construir a bomba atômica, conforme noticiou o Jornal do Brasil no último domingo. O Itamaraty não comentou o assunto.

A publicação da pesquisa do físico brasileiro Dalton Girão Barroso sobre o funcionamento do mecanismo de uma bomba atômica representa um trunfo estratégico para o Brasil, Segundo especialistas em assuntos militares. Girão Barroso desenvolveu, em sua tese de doutorado, um modelo matemático que poderia ser aplicado em um artefato nuclear.

O pesquisador de Assuntos Militares da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Expedito Bastos, acredita que ter o conhecimento para produzir uma bomba atômica é uma peça importante de “barganha” no cenário político internacional. A visão é compartilhada pelo coordenador do Núcleo de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense (UFF), Eurico Figueiredo. Segundo ele, saber fazer um artefato nuclear é estratégico para o Brasil, principalmente no contexto da política de defesa nacional, na qual a “dissuasão” tem papel-chave.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3967162-EI306,00-EUA+teriam+procurado+Itamaraty+para+perguntar+sobre+arma+nuclear.html

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EUA se abrem a negociação direta com a Coreia do Norte

Setembro 12, 2009

WASHINGTON (Reuters) – O Departamento de Estado norte-americano disse na sexta-feira que está preparado para manter negociações diretas com a Coreia do Norte, como forma de atrair o regime comunista de volta para as negociações multilaterais destinadas a acabar com seu programa de armas nucleares.

Até agora, as autoridades norte-americanas emitiam sinais ambíguos quanto à possibilidade de reuniões diretas — às vezes diziam que Pyongyang deveria se comprometer com o processo envolvendo seis partes, em outras que o diálogo bilateral poderia ocorrer “no contexto” das discussões multilaterais.

O Departamento de Estado negou que tenha havido mudança de postura, e reiterou que a intenção é manter o diálogo que envolva também China, Rússia, Japão e Coreia do Sul.

“Estamos preparados para entrar em uma discussão bilateral com a Coreia do Norte”, disse o porta-voz P.J. Crowley a jornalistas.

“Quando isso irá acontecer, onde isso irá acontecer, teremos de esperar para ver. Não tomamos uma decisão a esta altura, senão apenas dizer que estamos preparados para uma conversa bilateral, se isso for ajudar a promover o processo a seis partes.”

A Coreia do Norte aceitou em setembro de 2005 abandonar seu programa de armas nucleares em troca de concessões políticas e econômicas. Desde então, porém, o país realizou testes de mísseis e bombas atômicas, gerando dúvidas sobre seu compromisso. Desde o final de 2008, o processo multilateral estava paralisado.

Os EUA consideram que o processo a seis partes têm maior chance de sucesso por causa da participação da China, que tem certa proximidade política com o recluso regime norte-coreano.

Crowley disse ser improvável que o diálogo bilateral ocorra antes da reunião deste mês da Assembleia Geral da ONU, e não quis dizer se o enviado especial do governo Obama para a questão coreana, Stephen Bosworth, aceitaria um convite da Coreia do Norte para visitar Pyongyang.

Fonte

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ONU ameaça cortar envio de alimento à África por falta de verba

Julho 31, 2009

31/07/2009 – 14h33
por DANIEL FLYNN
da Reuters, em Roma

O Programa Mundial de Alimentos (PMA) pode ter de suspender dentro de algumas semanas os voos que levam agentes humanitários a alguns dos países mais pobres da África caso não receba novas doações, disse a agência da ONU (Organização das Nações Unidas) nesta sexta-feira.

O PMA se ressente neste ano das restrições orçamentárias dos países ricos num momento de crise. A agência disse que sua ponte aérea que atende trabalhadores humanitários no Chade, país em guerra na África Central, só tem dinheiro para funcionar até 15 de agosto.

Zohra Bensemra/Reuters

Mulheres esperam comida distribuída por agências humanitárias no Congo; ONU pode cortar envio de alimentos por falta de verba
O Serviço Aéreo Humanitário da ONU, operado pelo PMA, também só tem dinheiro para operar os voos para Libéria, Serra Leoa e Guiné até o final de agosto. O órgão precisa de US$ 10 milhões para manter essas operações até o final do ano.

“Esse é só um exemplo do estresse e das restrições a que estamos submetidos neste ano”, disse Greg Barrow, porta-voz do PMA em Roma. “Estamos tendo de suspender alguns programas ou reduzir rações. Esses voos estão muito próximos de serem reduzidos ou mesmo suspensos completamente, a não ser que recebamos mais financiamento.”

Em fevereiro, o PMA já teve de fechar o serviço aéreo para Costa do Marfim e Níger. O serviço no Níger, um dos países mais pobres e menos desenvolvidos do mundo, deve ser retomado em agosto, graças a uma doação do Fundo Comum de Auxílio Emergencial da ONU.

No Chade, seis aviões transportam em média 4.000 passageiros humanitários por mês a dez destinos. Essas pessoas prestam auxílio a 250 mil refugiados de Darfur e a 180 mil refugiados internos do leste do próprio Chade.

“Como o PMA atenderá os famintos? Como os médicos vão chegar aos seus pacientes? Como as pessoas terão água pura se os engenheiros que as ajudam a construir poços não conseguem chegar lá?”, perguntou Pierre Carrasse, diretor do departamento de aviação do PMA, em nota.

Barrow disse que, se os voos forem suspensos, os trabalhadores humanitários poderão viajar por terra, apesar das longas distâncias e das estradas perigosas.

Josette Sheeran, diretora-executiva do PMA, disse na última quarta-feira (29) que a organização havia recebido promessas para apenas 3,7 bilhões de dólares dos 6,7 bilhões necessários para 2009.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u603211.shtml

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Água Potável em Angola

Julho 23, 2009

23-07-2009 16:01

Huambo

Mais de seis mil famílias da Caála beneficiam-se de água potável

Caála – Seis mil e 750 famílias das comunas da Calenga, Cuima e Catata, no município da Caála, província do Huambo, estão a consumir água potável desde Abril deste ano, no quadro do programa do “Água para Todos”, traçado pelo Governo angolano.

Em declarações hoje (quinta-feira) à Angop, o administrador municipal da Caála, Miguel Somakessenje referiu que os novos sistemas de captação e distribuição de água reduziram as longas distâncias anteriormente percorridas pela população para obter o produto.

A reposição dos sistemas durou um ano e funcionam por indução forçada, estando equipados com tanques com capacidade para armazenar 20 mil litros de água potável.

O administrador do município da Caála afirmou que esta iniciativa vai estimular o desenvolvimento socioeconómico da circunscrição, assim como diminuir as doenças causadas pelo consumo de água não tratada.

Segundo a fonte, o desenvolvimento socioeconómico da região é visível em vários aspectos e pretende-se criar outros projectos sociais para bem-estar da população.

Estão em curso desde o princípio deste mês as obras de recuperação do sistema de captação, tratamento e distribuição de água potável à cidade da Caála, a cargo de uma empresa chinesa.

A reabilitação está assente no melhoramento da conduta de distribuição, reservatório central de água potável, sistema de captação e outros pontos de canalização da cidade da Caála.

De acordo com Miguel Somakessanje, o sistema será modernizado para resolver o problema de carência do produto na cidade.

O sistema de abastecimento de água potável possui quatro tanques reservatórios, deste dois são de 520 metros cúbicos e os outros dois têm a capacidade de armazenar 250 métricos cúbicos.

Sem precisar o orçamento definido para o projecto, o administrador municipal disse que o governo está engajado em melhorar as condições de vida da população desta cidade. 

Actualmente, estão privados de água potável cerca de 662 consumidores da cidade da Caála, cadastrados no ano passado.

Na localidade, os munícipes adquirem água para o consumo através de poços, fontanários e riachos existentes na periferia da circunscrição.

O programa “Água para Todos” permitiu ao município da Caála beneficiar-se da reabilitação de sete pontos de águas distribuídos em instituições escolares, hospitais e mercados, onde se notam maior concentração populacional.

Numa segunda fase, pretende-se reabilitar mais de 40 manivelas para o melhoramento e tratamento de água potável no município da Caála, situado a 23 quilómetros ao oeste da cidade do Huambo.

Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/especiais/reconstrucao-nacional/Mais-seis-mil-familias-Caala-beneficiam-agua-potavel,9dccfb72-da15-4d82-9eef-954f42bce8e7.html

22-07-2009 19:06

Huambo

Comuna de Mundundu ganha sistema de água potável

Huambo – Um sistema de captação e tratamento de água com capacidade para fornecer cinco mil litros por hora foi inaugurado hoje (terça-feira), na comuna de Mundundu, município de Ukuma, a 112 quilómetros a Oeste da cidade do Huambo.

O sistema foi inaugurado pela vice-governadora provincial do Huambo, Lotti Nolika, e é composto por dois tanques-reservatórios, um grupo gerador de 22 KVA e seis chafarizes.

Cerca de 300 mil dólares americanos foram investidos no projecto, que inclui ainda a instalação de um sistema de energia solar para o centro de saúde e para a administração comunal.

Na localidade vivem perto de oito mil e 458 pessoas, na sua maioria agricultores. 

Na ocasião, a vice-governadora revelou que o projecto enquadra-se no programa “Água para todos”, elaborado pelo Governo angolano para melhorar o fornecimento do produto à população.

“O governo provincial vai continuar a trabalhar para a recuperação das infra-estruturas da comuna, na sua maioria grandemente destruídas durante o conflito armado que se registou no país.”, frisou.

A moradora local Adelina Umbe, de 42 anos, disse à Angop que esta é a primeira vez que a população da comuna beneficia-se de um 
sistema de fornecimento de água tratada.

O soba da comuna, Albano Lucas, revelou que a comuna possui uma central eléctrica e que este sistema de água canalizada veio sustentar as promessas do governo para com o população.

Fonte: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/especiais/reconstrucao-nacional/Comuna-Mundundu-ganha-sistema-agua-potavel,0be68268-21dd-4529-b92e-cb7af77e523d.html

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Cidade australiana ganha fama por proibir água engarrafada

Julho 23, 2009

18/07/2009

Meraiah Foley

Em Bundanoon (Austrália)

Quando os moradores de Bundanoon (Austrália) votaram neste mês pela proibição da venda de água engarrafada na cidade, não imaginavam que conquistariam fama mundial.

Com uma votação quase unânime em uma reunião da comunidade, os moradores desta pequena cidade turística iniciaram um debate mundial sobre os efeitos sociais e ambientais da água engarrafada que colocou a indústria de bebidas na defensiva.

Huw Kingston, líder da campanha contra a água engarrafada em Bundanoon (Austrália)

Huw Kingston, líder da campanha contra a água engarrafada em Bundanoon (Austrália)

Autoridades estaduais e municipais nos EUA vêm diminuindo o uso de água engarrafada em escritórios públicos nos últimos anos, alegando diversas preocupações, dentre elas a energia usada para produzir e transportar as garrafas e o aumento da desconfiança do público na água encanada. Até onde sabem os ativistas, Bundanoon é a primeira cidade no mundo a proibir a venda de água engarrafada.

Localizada nas terras altas no sudeste de Sydney, Bundanoon é uma cidade pacata de jardins arrumados e chalés graciosos cercados por casas de campo de cidadãos urbanos ricos. É o típico lugar onde desconhecidos conversam nos bancos do parque ao longo da pitoresca rua principal e as pessoas do lugar deixam flores no memorial de guerra local.

De acordo com Huw Kingston, proprietário do Ye Olde Bicycle Shoppe e líder da campanha, a proibição não começou como cruzada ambiental. Começou quando a empresa engarrafadora pediu permissão para extrair milhões de litros de água do aquífero local.

A princípio, os moradores não gostaram da ideia de caminhões de água atravessando suas ruas tranquilas. Mas, com o crescimento da oposição, muitos moradores começaram a questionar o próprio conceito de transportar água por caminhão por cerca de 160 km ao norte, para uma engarrafadora em Sydney, para depois ser transportada para outras partes – possivelmente até de volta a Bundanoon – para ser vendida.

“Tomamos consciência, enquanto comunidade, do que é essa indústria”, disse Kingston. “Então nasceu a questão: se não queremos uma fábrica de extração em nossa cidade, talvez não devêssemos mesmo vender o produto final”.

Uma dezena de ativistas se reuniu e convocou uma reunião da comunidade. Dos 356 moradores que apareceram para votar com um aceno de mão, apenas um fez objeções.

A proibição é inteiramente voluntária. Com o apoio do público, os seis principais comerciantes de alimentos da cidade concordaram em tirar a água engarrafada de suas prateleiras a partir de setembro. Eles planejam recuperar suas perdas vendendo garrafas reutilizáveis e baratas que poderão ser enchidas em fontes e bebedouros que serão distribuídos pela cidade.

Alguns dos 2.500 moradores da cidade dizem que apoiam o projeto porque se preocupam com os efeitos dos agentes químicos das garrafas plásticas; alguns veem como demonstração positiva contra a engarrafadora.

Uns não acreditam que a prefeitura conseguirá manter as novas fontes, enquanto outros se preocupam com as implicações para a saúde de deixar apenas alternativas açucaradas nas prateleiras das lojas.

“Não vejo porque se deve teimar apenas com a água”, disse Trevor Fenton, morador aposentado de Bundanoon. “O que eu gostaria era de vê-los se livrarem de todos os refrigerantes, mas eles nunca fariam isso.”

Os ambientalistas vêm ganhando força na luta contra a água engarrafada. Além das novas restrições de governos estaduais e municipais nos EUA, muitos restaurantes importantes também começaram a substituir água mineral importada por água da bica. Recentemente, um comitê do Congresso norte-americano debateu se não deve aumentar a regulação sobre a indústria da água engarrafada, após revisar dois novos estudos que questionavam se a água engarrafada era mais saudável do que a da bica.

A repercussão do assunto irritou a indústria, que envolve quase US$ 60 bilhões (em torno de R$ 120 bilhões) por ano no mundo e cerca de US$ 400 milhões (R$ 800 milhões) por ano na Austrália. Grupos da indústria dizem que é injusto discriminar a água engarrafada quando muitos outros produtos -como fraldas descartáveis e produtos importados, queijo e vinho- têm igual ou maior impacto no meio ambiente.

Na Austrália, a maior parte da água mineral é produzida nacionalmente, em garrafas recicláveis que perfazem uma proporção muito pequena dos aterros sanitários, de acordo com Geoff Paker, diretor executivo do Australian Bottled Water Institute.

“Precisamos manter o produto em perspectiva”, disse Parker. “Há dezenas de milhares de produtos no setor de bens de consumo e há um vasto número com uma pegada de carbono maior do que a água engarrafada.”

A questão é sensível. No dia da votação em Bundanoon, o governo de New South Wales anunciou que ia parar de comprar água engarrafada, levando o ministro do meio ambiente a instar outros Estados a fazerem o mesmo. As medidas geraram uma enxurrada de editorais nos jornais e em programas de rádio no final de semana em toda a Austrália.

Os comerciantes de Bundanoon dizem que ficaram intrigados com toda a atenção que se voltou para eles com a proibição, e até receberam oferta de garrafas de água reutilizáveis com uma marca especial de uma importante fornecedora europeia.

Em frente a sua loja de revistas e jornais, Peter Stewart disse que os holofotes sobre Bundanoon iam compensar os US$ 1.200 (aproximadamente R$ 2.400) por ano que deve perder com a proibição da venda de água mineral.

“Que um grupo de pessoas possa se reunir por alguns meses e chegar às manchetes do mundo todo, é realmente impressionante”, disse ele. “A cidade está muito orgulhosa”.

Tradução: Deborah Weinberg

Fonte: http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/nytimes/2009/07/18/ult574u9520.jhtm

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Hillary pede atenção para aliança entre Coreia do Sul e Mianmar

Julho 21, 2009

Hillary pede atenção para aliança entre Coreia do Sul e Mianmar

21/07 – 12:24 – EFE

Miguel F. Rovira.

Phuket (Tailândia), 21 jul (EFE).- A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, chegou hoje à Tailândia para assistir ao fórum asiático de segurança e advertiu que a crescente cooperação militar entre os regimes norte-coreano e de Mianmar (antiga Birmânia) pode ser uma ameaça para a região.

A cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), na ilha de Phuket, será centrada na ameaça nuclear da Coreia do Norte e na repressão em Mianmar. Os dois países estreitaram seus laços militares nos últimos seis anos.

“Sabemos que existe uma crescente preocupação diante da cooperação militar entre Coreia do Norte e Mianmar, que nós encaramos de forma muito séria. Ela pode ser desestabilizadora para a região e representar uma ameaça direta aos vizinhos de Mianmar”, disse Clinton em entrevista coletiva.

O encontro ocorre enquanto aumentam as evidências sobre a transferência de tecnologia militar norte-coreana a Mianmar, o que inclui conhecimentos para a fabricação de mísseis.

Atualmente Pyongyang ajuda os militares birmaneses a construir uma extensa rede de túneis blindados e refúgios com fins militares em diversas áreas do país. A informação veio à tona com imagens e documentos que vazaram recentemente à imprensa estrangeira.

As gigantescas obras de engenharia em Mianmar, uma das nações mais pobres da Ásia, alimentaram as suspeitas de que o regime norte-coreano também planeja fornecer tecnologia nuclear aos generais locais.

A relação entre ambos os regimes se tornou pública em julho de 2003, quando 20 veículos chegaram a Pyongyang. Os países normalizaram a comunicação diplomática em abril de 2007, retomando um laço que estava rompido desde 1983.

À época, Mianmar cortou relações com o regime norte-coreano ao acusar grupos militares do país de serem responsáveis pelo atentado a bomba durante a visita oficial do então presidente da Coreia do Sul, Chun Doo-Hwan.

Apesar disso, Clinton disse que os Estados Unidos não descartam adotar uma postura “construtiva” com Mianmar se a Junta Militar do país ceder às principais exigências da comunidade internacional.

“São elas libertar os presos políticos e outros passos que Mianmar sabe que pode dar, como o fim da violência interna, inclusive entre as minorias, e os maus-tratos a Aung San Suu Kyi”, apontou a chefe da diplomacia americana.

Cerca de 2.100 ativistas birmaneses estão presos por motivos políticos e neste grupo está Suu Kyi, Nobel da Paz e líder do movimento da oposição. Ela é julgada agora por violar os termos da prisão domiciliar que cumpria desde 2003.

Após chegar a Bangcoc diretamente da Índia, a secretária de Estado se reuniu com o primeiro-ministro da Tailândia, Abhisit Vejjajiva, com quem conversou sobre temas como a mudança climática e o terrorismo, assim como a situação da segurança na Ásia.

É a primeira visita oficial de Hillary a um país do Sudeste Asiático desde que ela assumiu o cargo, nomeada pelo presidente Barack Obama.

Clinton viajará amanhã à ilha de Phuket e falará sobre a recente crise causada pelo lançamento de mísseis da Coreia do Norte em reuniões bilaterais com seus colegas da Rússia, Serguei Lavrov; Coreia do Sul, Yu Miung-hwan; China, Yang Jiechi; e Japão, Hirofumi Nakasome.

O ministro de Relações Exteriores da Coreia do Norte, Pak Ui-Chun, recusou o convite da Tailândia para participar do fórum e enviou a Phuket uma representação de cinco pessoas, liderada pelo embaixador Pak Kun-gwang.

No entanto, é improvável que o secretário de estado adjunto para o Leste da Ásia e o Pacífico, Kurt Campbell, que acompanha Clinton, se reúna com a delegação oficial norte-coreana enviada à conferência.

A decisão de Pyongyang decepcionou o país anfitrião, que apostava na presença do chanceler para facilitar o retorno do regime norte-coreano às negociações com Estados Unidos, Rússia, China, Japão e Coreia do Sul para convencê-lo a dar fim ao seu programa nuclear em troca de ajuda financeira.

Segundo fontes oficiais da Asean, a vinda de Hillary ao fórum realizado anualmente desde 1994 mostra a mudança da política externa de Washington em relação à Ásia, região de pouco interesse durante a etapa de George W. Bush na Presidência dos Estados Unidos.

Ela assinará amanhã um pacto de cooperação e amizade com a Asean, grupo integrado por Brunei, Camboja, Mianmar, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Cingapura, Tailândia e Vietnã. Durante anos, os EUA se mostraram reticentes a assiná-lo. EFE.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/07/21/hillary+pede+atencao+para+alianca+entre+coreia+do+sul+e+mianmar+7413934.html

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Cabo Verde aproxima-se do limite de exploração de água potável

Julho 21, 2009

Cabo Verde aproxima-se do limite de exploração de água potável, alerta Direcção Nacional da Gestão dos Recursos Hídricos

ÁFRICA - 17/07/09, 12:08 - OJE/Lusa

água

Cabo Verde está a aproximar-se “a passos largos” do limite de exploração de águas subterrâneas, a maior fonte de aprovisionamento do país, alertou hoje o presidente da Direcção Nacional da Gestão dos Recursos Hídricos do arquipélago.

“Cabo Verde tem potencialidades de água subterrânea estimadas em 60 milhões de metros cúbicos/ano. Estaremos seguramente a explorar cerca de 40 milhões”, precisou António Pedro Borges, ao discursar na sessão de abertura do 1º Simpósio Nacional dos Recursos Hídricos, sob o lema “Água: Desafios de Hoje, Exigências de Amanhã”.

António Pedro Borges avisou que, até 2020, com o ritmo de desenvolvimento do país, essa necessidade vai ter de ser aumentada significativamente, para subir aos 90 milhões de metros cúbicos/ano.

Cabo Verde tem, porém, desenvolvido ao longo das últimas duas décadas vários projectos de centrais dessalinizadoras, provenientes da água do mar, que têm permitido atenuar a exploração dos lençóis freáticos.

Estima-se que a população mundial utiliza mais de metade da água potável disponível proveniente de aquíferos, rios e lagos, lembrou.

Ao intervir também na sessão de abertura do Simpósio, o Presidente de Cabo Verde, Pedro Pires, frisou a necessidade de os critérios de gestão da água deverem basear-se na racionalidade, poupança e produtividade, bem como na eficácia das diversas vertentes do seu uso.

Pedro Pires defendeu que esses critérios devem ser aplicados também no uso doméstico, numa altura em que Cabo Verde está a aproximar-se do limite da exploração das águas subterrâneas.

“Verificam-se, nesta vasta área de consumo, muitas perdas e desperdícios”, sustentou o chefe de Estado cabo-verdiano, defendendo a introdução “urgente” de novos equipamentos e hábitos pessoais de poupança, a par da promoção da expansão das redes de reciclagem das águas residuais.

Esses critérios, acrescentou Pedro Pires, podem aplicar-se à agricultura, à protecção das reservas naturais e a uma gestão adequada das orlas marítimas, exigindo esta uma atenção “especial”, pois é “urgente encontrar o substituto da areia do mar na construção civil”.

Além da prática “negligenciada” e do “esbanjamento” como factores que têm contribuído para a carência e degradação da água, Pedro Pires afirmou que há uma visão errada quanto à quantidade disponível e ao seu valor material em Cabo Verde.

“A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos da sua protecção e as necessidades de ordem económica, sanitária e social”, concluiu.

Fonte: http://www.oje.pt/noticia.aspx?channelid=B35371BB-722F-4403-8EB6-DCE66A4991FB&contentid=87630C11-7AED-4F27-A44F-5902C038C3D0

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Notícias sobre Biocombustíveis

Julho 20, 2009

No Global Classrooms® São Paulo 2009, a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura – FAO discutirá o tema: Biocombustível. Abaixo o delegado encontrará algumas informações sobre o tema do comitê.

Qualquer dúvida estamos a disposição.

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[16.07.2009] 10h44m / Da Redação

Biodiesel ocioso na UE

A capacidade de produção de biodiesel na União Europeia deverá aumentar 30,6%, de 16 bilhões de litros em 2008 para 20,9 bilhões de litros em 2009. Se depender dos recentes resultados da produção do biocombustível no bloco, divulgados pelo Comitê Europeu de Biodiesel (EBB), a produção deverá ficar bem abaixo daquilo que pode ser produzido. Em 2008, a produção respondeu por 48% da capacidade instalada da UE.

A ociosidade já vinha aumentando desde 2007, quando a produção respondeu por 55% da capacidade instalada do bloco, contra 80% em 2006. Segundo o EBB, o aumento na capacidade ociosa nos últimos anos pode impedir que o bloco alcance a meta de ter 10% de biocombustíveis no consumo de combustíveis para transportes até 2020.

Apesar do aumento na capacidade ociosa, a produção da UE cresceu 35,7% em 2008, em, comparação com 2007. Ao todo, foram produzidos 7,7 bilhões de litros, 1,81 bilhão de litros vindos da França, a segunda maior produtora do bloco.

Os franceses encerraram 2008 com uma produção quase duas vezes maior que a de 2007. Já a produção da Alemanha, a maior produtora da UE, caiu 2,5%, para 2,82 bilhões de litros. Terceira colocada, a Itália produziu 595 milhões de litros, alta de 64%.

O biodiesel respondeu por 78% dos biocombustíveis consumidos pelo bloco no ano.

Fonte: http://www.energiahoje.com/online/biocombustiveis/biodiesel/2009/07/16/388228/biodiesel-ocioso-na-ue.html

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15-07-2009 15:29:27

Brasil e Moçambique reforçam cooperação em biocombustível

São Paulo, 15 Jul (Lusa) – O governo brasileiro vai aprofundar a cooperação na produção de biocombustíveis com Moçambique, segundo decreto assinado pelo presidente Lula tornado público nesta quarta-feira.

Os dois países vão implementar um “plano de ação” para promover a cooperação e o intercâmbio na área dos biocombustíveis, com a participação de funcionários e especialistas governamentais, representantes dos setores privado e do mundo acadêmico.

“O plano de ação deverá ser elaborado em prazo não superior a 180 dias”, salientou o decreto publicado hoje no Diário Oficial da União (DOU), órgão do Governo brasileiro.

Os termos do acordo fazem parte de um “memorando de entendimento” assinado entre os dois países, em setembro de 2007, em Brasília, e aprovado pelo Congresso brasileiro, em maio deste ano.

A publicação do acordo decorre dias antes de uma visita do presidente de Moçambique, Armando Guebuza, ao Brasil, entre 19 a 21 de julho, em resposta ao convite de Lula da Silva, quando esteve em outubro do ano passado em Maputo.

No Rio de Janeiro, o mandatário moçambicano terá encontros com a direção da empresa mineira Vale, a maior exportadora mundial de minério de ferro, seguindo dia 21 para Brasília, onde estará com Lula.

O acordo reconhece a contribuição “que os biocombustíveis podem trazer ao desenvolvimento social e econômico, ao incentivar a diversificação de matrizes energéticas, aumentando a segurança e a qualidade do abastecimento de energia”.

O governo brasileiro compromete-se a elaborar, conjuntamente, projetos de cooperação técnica para capacitar recursos humanos do setor de biocombustíveis em Moçambique.

O Brasil ajudará ainda Moçambique a identificar parcerias com outros países e organismos internacionais interessados em apoiar projetos para o desenvolvimento de biocombustíveis.

Copyright © 2003 Agencia Lusa. Todos os direitos reservados.
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Fonte: http://www.agencialusa.com.br/index.php?iden=25541

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Notícias: Coréia do Norte

Julho 20, 2009

O Conselho de Segurança (Security Council) terá como tema no Global Classrooms® São Paulo 2009 a Coréia do Norte (North Korea). Abaixo você encontrará notícias recentes acerca do tema a ser debatido por esse comitê.

Qualquer dúvida não hesite em nos contatar!

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16/07/09 – 16h27 – Atualizado em 16/07/09 – 16h25

ONU impõe sanções a envolvidos em programa nuclear norte-coreano

Da EFE

Nações Unidas, 16 jul (EFE).- Uma comissão do Conselho de Segurança (CS) da ONU decidiu hoje impor sanções a cinco entidades, cinco pessoas e dois produtos relacionados aos programas nuclear e balístico da Coreia do Norte.

A medida é uma resposta ao teste nuclear e aos lançamentos de mísseis feitos por Pyongyang desde 25 de maio.

“Estas sanções têm como alvo específico as entidades e pessoas vinculadas aos programas nuclear e balístico da Coreia do Norte”, disse na saída de uma reunião o presidente da comissão e embaixador da Turquia na ONU, Baku Ilkin.

O diplomata ressaltou que esta é a primeira vez que figurões do regime comunista foram incluídos na lista da comissão de sanções do CS.

As punições, aprovadas após várias semanas de intensas negociações, impedem transações com as empresas e indivíduos assinalados, congela os bens destes e, no caso das pessoas, proíbe-as de viajar ao exterior.

Ilkin lembrou que as medidas foram estipuladas em cumprimento à resolução 1.874, aprovada em 12 pelo CS e que reforça as sanções impostas à Coreia do Norte após seu primeiro teste nuclear, em 2006.

“Estas sanções foram cuidadosamente pensadas para reduzir seu impacto sobre a situação humanitária da Coreia do Norte”, destacou o embaixador turco, que se referia à grave crise alimentícia no país.

Duas das companhias punidas são a Namchongang Trading Corporation, acusada de comprar material relacionado ao programa nuclear, e a Hong Kong Electronics, uma subsidiária de um banco norte-coreano supostamente vinculada à transferência de dinheiro do Irã à Coreia do Norte para a aparente compra de material militar.

Também foram incluídas na lista a Korea Hyoksin Trading Corporation, subsidiária de uma companhia previamente sancionada pela ONU; o Escritório Geral de Energia Atômica da Coreia do Norte (GBAE), responsável pelas pesquisas no campo nuclear, e a empresa Korean Tangung Trading Corporation, que compra material e tecnologia para o desenvolvimento de armamento.

Já as cinco pessoas punidas pela ONU são o diretor da Namchongang Yun Ho-Jin; o diretor da GBAE Ri Je-San; Hwang Sok-Hwa, outro alto funcionário da GBAE; o ex-diretor do centro de pesquisa nuclear de Yongbyon Ri Hong-Sop, e o diretor da empresa Korean Ryongaksan, Han Yu-Ro.

A lista de punidos fica completa com um tipo de grafite usado em mecanismos eletrônicos e uma fibra de aramida especial.

O embaixador do Reino Unido na ONU, John Sawers, comemorou o fato de as negociações entre os 15 países-membros do CS terem terminado com uma “resposta sólida e proporcional” às ações de Pyongyang.

“As medidas do Conselho, estipuladas por unanimidade e que são de cumprimento obrigatório para todos os países da ONU, ajudarão a desmantelar os programas nucleares e de mísseis balísticos da Coreia do Norte”, afirmou o diplomata num comunicado. EFE

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MRP1232419-5602,00.html

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Coreia do Sul inicia simulação em hipótese de guerra com Pyongyang

(AFP) – 20/07/09 – 09:45

SEUL, Coreia do Sul — Os militares da Coreia do Sul deram início nesta segunda-feira a uma simulação de guerra tendo a Coreia do Norte como agressor, informaram fontes oficiais, em meio a tensões com o Estado comunista por seus testes nucleares e lançamento de mísseis.

A Coreia do Norte anuncia regularmente esse tipo de exercício que considera um preparativo para a invasão do Estado comunista.

O Estado-Maior Conjunto sul-coreano disse que o Taegeuk, exercício anual de quatro dias que começaram a ser realizados em 1995, é do tipo defensivo por natureza e só particiam dele os postos de comando das Forças Armadas.

As forças sul-coreanas são constituídas por 655 milhões de militares aos quais se somam 28.000 soldados eamericanos. A Coreia do Norte conta com 1,2 milhão de soldados.

O exercício começará depois de uma onda de ciberataques que atingieram a segurança na internet oficial sul-coreana.

Copyright © 2009 AFP. Todos os direitos reservados

Fonte: http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5j5sYFv_-6vDPtcMCOAsgTwxZq3Bw

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20/07/09 – 06h21 – Atualizado em 20/07/09 – 06h20

EUA e Coreia do Sul preparam pacote para desnuclearização norte-coreana

Da EFE

Seul, 20 jul (EFE).- A Coreia do Sul e os Estados Unidos começaram a perfilar hoje um “pacote completo” de incentivos para que a Coreia do Norte se desnuclearize, pouco antes de uma cúpula regional de segurança à qual também assistirão os demais aliados do diálogo de seis lados.

A agência sul-coreana de notícias “Yonhap” informou que o secretário-adjunto de Estado para o Leste Asiático e Pacífico, Kurt Campbell, se reuniu hoje em Seul com o negociador nuclear sul-coreano, Wi Sung-lac, e outros representantes do Governo do país.

“Acho que temos que nos assegurar de que estamos extremamente coordenados em um período muito importante”, disse Campbell, que realiza nestes dias sua primeira visita oficial à Coreia do Sul desde que assumiu o novo cargo.

Wi e Campbell discutiram suas agendas sobre as “provocações” nucleares e militares da Coreia do Norte, entre as quais se inclui um “pacote completo” de incentivos, que não foram discutidos em detalhe, segundo disseram à “Yonhap” fontes ligadas ao encontro.

A ideia deste pacote completo foi inicialmente proposta por Seul, segundo as fontes, e começa a ser negociada entre os membros do processo de diálogo de seis lados para a desnuclearização norte-coreana, do qual participam as duas Coreias, EUA, Japão, China e Rússia.

Em Seul, Campbell se reuniu com os ministros de Unificação e de Assuntos Exteriores e, esta tarde, partirá à Tailândia para assistir ao fórum regional da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean). EFE

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1235592-5602,00-EUA+E+COREIA+DO+SUL+PREPARAM+PACOTE+PARA+DESNUCLEARIZACAO+NORTECOREANA.html

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Before Copenhagen, a Meeting in Bonn on Climate Change

Julho 20, 2009

Before Copenhagen, a Meeting in Bonn on Climate Change

By Ekaterina Strekalova

June 10 — The United States has increased its participation in negotiations to combat global warming as United Nations officials and world leaders meet in Bonn, Germany, to establish a framework for the UN’s Climate Change Conference in Copenhagen this December.

“We’ve seen a very, very positive momentum generated by the re-engagement of the US,” whose representatives “were really welcomed with open arms back into the process,” Kaveh Zahedi, the climate change coordinator for the UN Environment Program, said in a phone interview from Bonn with UNA-USA.

A view in November, 2007 of the melting Collins Glacier in King George Island, Antarctica, shows one of the effects of climate change. UN Photo/Eskinder Debebe.
A view in November, 2007 of the melting Collins Glacier in King George Island, Antarctica, shows one of the effects of climate change. UN Photo/Eskinder Debebe.

It is hoped that a new agreement on the environment can be reached when world leaders meet in Copenhagen from Dec. 7-18 to negotiate a successor pact for the Kyoto Protocol, which expires in 2012. The US did not ratify the treaty.

Representatives of 182 countries will wrap up nearly two weeks of meetings in Bonn on June 12, where they have sought to iron out differences on emissions reduction and other environmental policies ahead of Copenhagen.

Zahedi said that by the end of the talks officals “should have a much better idea” of the specific concerns of all the parties involved in the negotiations and thus have a clearer picture of how they envision the terms of the successor agreement.

The result will be “even more comprehensive, even more solid and even more reflective of all of the party views,” he emphasized.

The picture of emissions as the major cause of the greenhouse effect, which is an increase in the earth’s temperature over time caused by heat-trapping carbon gasses in the atmosphere, has significantly changed since 1997, when the first UN- brokered environmental agreement was reached in Kyoto, Japan.

The protocol was adopted to establish legally binding commitments worldwide for the reduction of what are now called greenhouse gases. Developing countries, not included in the Kyoto pact, are now a primary focus of the negotiations for the new agreement.

Nationally appropriate actions of the developing countries are being discussed at the Bonn conference, along with the level of environmental engagement of the developed countries. Quantified emission reduction commitments and actions of developing countries are essential in avoiding the most damaging potential of climate change, experts on climate say, yet countries have widely varying capacities to make such reductions.

One challenge of the negotiations is a lack of specific numbers representing targets of greenhouse-gas emissions for each country. While some countries have named their proposed goals, others have yet to do so.

“Right now we have some numbers on the table but not enough,” Zahedi said. “For example, the EU had said that it would reduce its emission by 20 percent by 2020, or by 30 percent if other countries come aboard.” Like all the countries involved, the US is setting its own targets, which Zahedi said were below what many countries were hoping the US would offer.

While UN officials are drafting a climate change pact in Germany, people around the world contributed to raising environmental awareness by participating in activities on the UN World Environment Day, which was June 5.

This year, the day was marked partly by the world premiere of an environmental documentary film, “Home,” directed by the French photographer Yann Arthus-Bertrand, a goodwill ambassador for the UN Environment Program. Arthus-Bertrand was also named as the agency’s 2009 Champion of the Earth in the category of Inspiration and Action. For more information on the film, visit www.home-2009.com.

For further information on the United Nations Framework Convention on Climate Change, go to http://unfccc.int/2860.php.

Ekaterina Strekalova is an intern in the publications department at UNA-USA and a Ph.D candidate at the State University of New York at Buffalo.

Source: http://www.unausa.org/Page.aspx?pid=1304
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